08/24/2009
hoje



Hoje é domingo, dia de rito familiar. O que seriam desses encontros sem a fotografia? E o que seria da fotografia sem eles? É uma dependência justa, equilibrada e simulada. Falando em simulação nada melhor do que domingo, o dia que criamos para descansar. Na verdade o domingo é uma representação, é criado pelo homem que no domingo, cria o rito para ser fotografado e por ele guardado. Uma memória simulada.
08/11/2009
da imagem
Metimagem de amor
Por Anaí Montanha
Eu te vejo em você que me vê.
De papel.
Você se vê em mim que te vejo.
De pixel.
Pelo meu olhar nosso
amor registrado.
Revela-se.
05/08/2009
sopro, dela dele e meu

foto do arquivo de jéssica mangaba, quem clicou foi seu pai muitos anos atrás, agora ela faz parte do ensaio.
04/19/2009
bloco de notas









o bloco de notas é uma busca do “não” fotografável, extrair do real uma subjetividade que de conta de discutir o campo da metafísica, discutir o intimo do ser humano – sua fragilidade, seus medos, suas sensações – a qual também faço parte.
partindo deste principio, monto um bloco de notas com imagens, fotografo meu cotidiano desconstruindo-o.
Criando do real uma fantasia, que leve a discussão para além do tema.
04/03/2009
em tempo










O álbum de família, através de sua disposição de edição não linear, sua representação/criação de imagem e a carga de sentimento que se vive em torno dessas fotos criam uma realidade e uma temporalidade própria.
As fotos são de uma determinada época que morei na casa de meus avós. Fiz pensando em preservar o presente, de deixa-lo continuo. Questionar a relação de espaço/tempo no álbum de família, já que essas fotos são o simulacro de um.




















































